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Ensaio fotográfico Luana e Eduardo em Jaconé, Saquarema.

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O que falar sobre este ensaio? Foi um real presente do papai do céu. Primeiro – O DESTINO – Saquarema – Lugar de ser feliz! Mas especificamente: Balneário de Jaconé, que me encantou desde a primeira vez que vi, e … Continuar lendo

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Faça como Dra. Maria Inês: Vivre sa vie – Viver a vida.

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Faça como Dra. Maria Inês: Vivre sa vie – Viver a vida. Viver a vida é fazer um ensaio fotográfico. Maria Inês, uma pessoa espontânea, divertida, alegre, uma pessoa que nasceu para ser modelo, atriz de cinema, de novela, sei … Continuar lendo

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Crônica dos bichos da selva e da floresta urbana – Álbum de fotos

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Crônica dos bichos da selva e da floresta urbana

Crônica dos bichos da selva e da floresta urbana

Crônica dos bichos da selva e da floresta urbana

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por Jota Junior

Pode ser que os povos da mata ao adentrar na floresta urbana, talvez não se sintam tão estranhos assim, afinal ambas as selvas estão cada vez mais próximas por conta da diminuição constate dos limites e da identificação entre seus animais.

Há de se observar que na floresta urbana os animais estão quase sempre disfarçados, e na outra, colonizados, humanizados.

Os animais da floresta urbana ocultam seus cheiros, odores, com variados tipos de outros cheiros, chamados perfume. Camuflam suas peles com vestimentas das mais diversas origens, dos mais diversos tipos de tecidos e cores, alguns confeccionados de couros ou peles de outros animais, como jacarés, ursos, onças, cobras e etc… Mas mesmo em sua maioria disfarçados, é possível percebê-los como são.

No ritmo alucinante da correria do dia-a-dia da cidade, quando esses seres considerados humanos se esbarram em outro, é comum o seguinte diálogo: “vai cavalo”, diz um. O que o outro prontamente responde: “sai da frente sua perua”, e assim por diante…

Não dá para se ter a noção exata se os personagens são um homem e uma mulher, pois o diálogo direciona para um cavalo, macho da espécie égua, e uma perua, fêmea da espécie peru.

Certa vez presenciei dois rapazes comentando ao ver passar uma moça e uma senhora, que pareciam ser mãe e filha: “Que gatinha”, disse um deles, e logo o outro retrucou, “mas repara a mãe é uma baleia”, sim, concordou com o primeiro, mas acrescentou: “Talvez seja melhor ser uma baleia do que ser uma jararaca, como a minha sogra”, acrescentou.

Tive um pouco de dificuldade de entender o diálogo: Como pode uma baleia ter uma filha gatinha e um ser humano ter uma sogra jararaca, um réptil. Será que ele se casou ou namora com uma cobra? Já que filho de peixe peixinho é!

No mesmo instante, numa outra cena, um rapaz passou pelo outro e o cumprimentou amistosamente: “fala aí bicho”.

Já vi muitos bichos falantes: em filmes de desenhos animados, em atrações circenses, em teatros de mamulengos, mas na vida real… A não ser que se trate de um papagaio, mas o sujeito nem verde era…

Comecei a achar que estava meio perdido nesta miscelânea e precisava me localizar. Cada vez mais estava me convencendo que realmente habito uma floresta, embora seja uma floresta urbana. Minha certeza se fundamenta quando ligo o rádio do carro e ouço: “Eu sou o negro gato de arrepiar, e esta minha vida é mesmo de amargar…”, em seguida: “Uma moça bonita de olhar agateado deixou em pedaços o meu coração, uma onça pintada e o seu tiro certeza deixou os meus nervos de aço no chão…”, Na sequencia:  Tô Doidão! Tô Doidão! Bicho! Tô doidão! Tô Doidão! Tô Doidão! Bicho! Tô doidão! Bicho! Tô doidão!…”.

Nesta selva que ao que parece, é o habitar natural do homem e também de outros animais, há de se prestar muito atenção para que não se compre gato por lebre. Pois em rio que tem piranha, jacaré nada de costa. Mas vejo com certa injustiça o dito popular que diz que esse cara é a imagem do cão: coitadinho do cão, não é? E outras ditadas, como: vai pagar mico? Seria legal deixar o mico na dele, lá na floresta dele, não acham? Então, esse cara é mesmo cobra. Como tem bichos de todo tipo, vai lá… Todavia, tomara que não dê zebra! Fiquemos então atentos ao que diz a Bíblia, quando nos chama atenção para: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados em ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.” (Mateus 7:15).

O aleitamento materno e seus benefícios

Aleitamento materno

Aleitamento materno

 

Por Jota Junior

Segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria, o leite materno é um alimento completo para o bebê, pois protege contra infecções, alergias, está sempre pronto e na temperatura certa para ser usado, é bom para a dentição e a fala, contribui para o desenvolvimento infantil e ainda é acrescido, pela mãe, de uma boa dose de amor e carinho. A amamentação deve ser oferecida durante os primeiros seis meses de vida. Após esse tempo, continuar amamentando até os dois anos de idade ou mais, mas introduzindo também os alimentos da família. Muito mais do que uma recomendação é um direito do bebê.

Ato da amamentação fortalece laços afetivos entre mãe e filho.

São muitas as vantagens proporcionadas pela amamentação ao bebê e também à própria mãe: os olhos nos olhos e o contato contínuo entre mãe e filho fortalecem os laços afetivos, e o envolvimento do pai e familiares favorece o prolongamento da amamentação, além de o leite ser limpo, estar sempre pronto e quentinho. Preste atenção ao que diz a jovem mãe Marta de Souza, de 22 anos, moradora do bairro de Acari, mãe de Felipe, de apenas cinco meses: “Eu tinha grande resistência com relação a amamentação, por medo que meus seios ficassem muito grandes e caídos, mas depois de receber orientação dada pelos especialistas do Hospital da Mulher Heloneida Studart, vejo que não é nada disso, então, amamento meu filho a hora que ele quer, e ainda aproveito para curti-lo, namorá-lo e amá-lo ainda mais, nos meus braços”. “Para mim é um momento maravilhoso, entre eu e minha cria, me sinto em perfeita sintonia”, conclui.

Leite fraco é mito

De acordo com a pediatra Lúcia Rolim, para derrubar o mito do leite fraco, as mães devem ficar atentas e confiantes no seu leite. “Com técnicas, ajuda e apoio da família e de profissionais de saúde, essa mulher poderá amamentar plenamente o seu bebê até o sexto mês, conforme orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS)”, afirma. Quando o bebê suga adequadamente, a mãe produz dois tipos de substância: Prolactina (hormônio produzido pela hipófise, o qual provoca a lactação), que faz os peitos produzirem o leite, e Ocitocina (hormônio produzido pela hipófise, que favorece as contrações do útero no momento do parto), que libera o leite e faz o útero se contrair, diminuindo o sangramento. Portanto, o bebê deve ser colocado no peito logo após o nascimento, ainda na sala de parto. Apesar de pouco difundido, a amamentação é também um método natural de planejamento familiar, pois constitui um ótimo meio de evitar uma nova gravidez. Isto se consegue quando três condições ocorrem: a mãe ainda não menstruou após o parto, o bebê tem menos de seis meses e a amamentação é exclusiva durante o dia e também durante a noite. Até o sexto mês, dar somente o peito. O bebê deve mamar sempre que quiser, inclusive durante a madrugada. Desta maneira, o corpo da mulher continua produzindo quantidade suficiente de hormônios que ajudam a evitar filhos. Amamentar logo que o bebê nasce faz o útero voltar mais rápido ao tamanho normal, e a diminuição do sangramento previne a anemia materna, reduz o peso mais rapidamente após o parto, reduz o risco de diabetes, reduz o risco de câncer de mama e de ovário. Dona Dinalva dos Santos, 42 anos, moradora do bairro de Coelho da Rocha, mãe de quatro filhos, sendo eles: Lucas, de 12 anos; Pedro, de oito; Lúcia, de cinco; e o caçula João Miguel, dois meses, diz: “meus filhos sempre foram amamentados com leite do peito, e ás vezes, até por mais de dois anos, como é o caso da Lúcia que mamou até quase três. O João está indo pelo mesmo caminho, mama várias vezes ao dia e á noite, parece um bezerrinho”. “Seguindo essa prática, meus filhos estão crescendo dispostos e saudáveis”, acrescenta.

Serviços:

Hospital da Mulher Heloneida Studart(21)2651.9600

Banco de leite humano – Se a mãe tiver excesso de leite, pode doá-lo a um Banco de Leite Humano e ajudar outros bebês que necessitam. Informe-se no site http://www.redeblh.fiocruz.br ou, se preferir, procure uma unidade de saúde.

Disque amamentação – Funcionamento de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h, pelo telefone: (21) 9981.5866

ONG Amigas do Peito – Há 30 anos a ONG Amigas do Peito incentiva o aleitamento materno. O grupo já atendeu mais de 180 mil famílias através de seus grupos de apoio, pela Internet (www.amigasdopeito.org.br) ou pelo disque-amamentação (21) 2285-7779.