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Ensaio fotográfico Luana e Eduardo em Jaconé, Saquarema.

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O que falar sobre este ensaio? Foi um real presente do papai do céu. Primeiro – O DESTINO – Saquarema – Lugar de ser feliz! Mas especificamente: Balneário de Jaconé, que me encantou desde a primeira vez que vi, e … Continuar lendo

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Faça como Dra. Maria Inês: Vivre sa vie – Viver a vida.

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Faça como Dra. Maria Inês: Vivre sa vie – Viver a vida. Viver a vida é fazer um ensaio fotográfico. Maria Inês, uma pessoa espontânea, divertida, alegre, uma pessoa que nasceu para ser modelo, atriz de cinema, de novela, sei … Continuar lendo

Roque & Terezinha enchem de tradição e de alegrias as feiras e praças do país

Roque e Terezinha

Roque e Terezinha

Roque José e Terezinha, a dupla de emboladores nordestinos, conhecidos como mestres da arte do improviso, há mais de 16 anos perambulam pelo país, alegrando plateias em praças e feiras, com suas poesias e rimas improvisadas sobre temas variados.

Artistas mambembes, nômades por natureza, estão sempre na estrada, e levam bem á sério a máxima: “todo artista tem de ir onde o povo está”.

Como eles dizem: “desde 2003, sempre cumprimos temporadas curtas no Distrito Federal, tendo como referência a Casa do Cantador, em Ceilândia, onde ficamos hospedados, geralmente por alguns meses, é a nossa casa” afirmam. “A nossa segunda casa é o Rio de Janeiro”, complementam.

De fato esta ordem não está tão exata, mas como a ordem dos fatores não altera o produto…

A dupla na verdade começou sua carreira de sucessos no Rio de Janeiro, no Largo da Carioca propriamente dito. Foi lá que depois de muitas caronas, atravessando o Brasil cantando, passando por Alagoas, Bahia, São Paulo etc., que Roque encontrou Terezinha cantando com a irmã Lindalva. Roque cantou algumas coisas com Terezinha e sob os mesmos signos as coisas se encaixaram perfeitamente, num momento que a dupla das irmãs já estava bastante desgastada por conta de algumas brigas… Como conta Terezinha: “Minha irmã me bateu na Casa do Cantador, em Brasília, tivemos uma discussão muito grande, e ficou difícil a continuação da dupla…, então, eu fiquei muito desgostosa com ela e falei, nós pode ser irmã, nós podemos ser amigas, mas prá nós duplar, nunca mais. Então ela se desgostou vendeu a casa dela e foi morar em João Pessoa”. Na época ela morava no Rio de Janeiro.

Conhecendo um pouco mais a história da dupla:

Terezinha é o nome artístico de Otília Dantas de Lima, repentista desde os 9 anos de idade. “Meu pai era violeiro e repentista e foi quem me influenciou para que eu seguisse essa carreira. Ainda na infância, comecei a cantar nas praças Gentil Ferreira, do Alecrim e da Ribeira, em Natal. Durante 20 anos, fiz dupla com minha irmã Lindalva. Nós duas cumprimos longa temporada no Rio de Janeiro, morando em São João do Meriti e cantando no Largo da Carioca, na Cinelândia, nas praças XV, Mauá, do Pacificador (em Caxias, na Baixada Fluminense)”, recorda-se.

Terezinha chegou a participar de vários programas de tevê, como os de Flávio Cavalcante, Os Trapalhões, Som Brasil (apresentado por Rolando Boldrin e Lima Duarte), em Hebe Camargo e no Domingão do Faustão. Com 15 filhos, 23 netos e 19 bisnetos, Terezinha fala com carinho de Roque: “Ele é como se fosse um filho para mim. Entendemos-nos bastante. Na roda, ele tira a rima e eu o acompanho”.

Foi igualmente o pai violeiro, Sebastião de Barros, quem incentivou Roque José da Silva a seguir a arte do repente, mas as influências maiores vieram dos conterrâneos Barra do Dia, Rouxinol Pereira e Caju & Castanha. “No começo da adolescência, formei a dupla Melão & Melancia, com meu irmão João José. Cantamos muito nas feiras de Caruaru, Gravatá, Vitória de Santo Antão e Bezerro”, lembra. Com 23 anos, gravou um disco em São Paulo. Logo depois foi para o Rio, pois queria conhecer Terezinha, de quem era fã. “Trabalho com Terezinha há 16 anos e para mim é uma realização, pois sei que estou ao lado de uma grande artista popular”, elogia.

As coisas no início foram bem difíceis, diz Roque: “meu primeiro pandeiro foi um pandeirinho de lata feito pelo meu próprio pai. Fiz minha primeira apresentação para um evento da prefeitura, foi quando ganhei um pandeiro de verdade”.

As feiras no nordeste acontecem sempre ás sextas, sábados e domingos. Roque trabalhava durante a semana e nos finais de semana cantava nas feiras de Caruaru, Palmares, Ribeirão etc., “era eu cantando e meu pai passando o chapéu”, conta.

Por onde passa a dupla de emboladores tem levado a poesia eminentemente popular ao público que os assiste com interesse e admiração. Embora a temática abordada tenha como suporte a herança cultural recebida na região de origem, os amigos — como bons improvisadores — nunca deixam de atender às sugestões de pessoas que os ouvem. Do aspecto físico de quem os provoca às relações amorosas, versejam sobre tudo, inclusive fatos e acontecimentos ligados ao cotidianos à política. “Somos recebidos com carinho em todos o lugares onde temos levado nosso trabalho. As pessoas gostam de ouvir o repente e costumam participar, sugerindo temas para as rimas”, festeja Terezinha, 74 anos, norte-rio-grandense de Currais Novos e Roque, 36 anos, pernambucano de Chã Grande, cidadezinha próxima a Caruaru.

Ao fim de cada cantoria, de no máximo, uma hora de duração, eles passam o pandeiro entre os espectadores que costumam fazer pequenas contribuições. “É com isso que nos mantemos. Fazemos, também, a venda de CDs e dos DVDs, que gravamos no auditório da Casa do Cantador”, explica Roque.

A Dupla custeou e gravou o DVD, graças a um contrato de dois anos que tiveram com o Governo de Brasília, cada obra que era inaugurada a Dupla se apresentava, era Roque e Terezinha e outros artistas. “Estamos nos preparando para gravar outro CD e DVD”, acrescenta.

Os shows são outra fonte de renda de Roque e Terezinha. Já se apresentaram em algumas edições do Maior são João do Cerrado (festa junina fora de época, que ocorre geralmente no mês de agosto, no Ceilambódromo/DF). Ao lado de astros e estrelas da música popular brasileira, como Gilberto Gil, Elba Ramalho, Alceu Valença, Jorge de Altinho, Frank Aguiar e Banda Calypso.

Assista os vídeos: Roque & Terezinha

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=QPYbB_lTvb4#!

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ZGpR5RwdkP8

O aleitamento materno e seus benefícios

Aleitamento materno

Aleitamento materno

 

Por Jota Junior

Segundo especialistas da Sociedade Brasileira de Pediatria, o leite materno é um alimento completo para o bebê, pois protege contra infecções, alergias, está sempre pronto e na temperatura certa para ser usado, é bom para a dentição e a fala, contribui para o desenvolvimento infantil e ainda é acrescido, pela mãe, de uma boa dose de amor e carinho. A amamentação deve ser oferecida durante os primeiros seis meses de vida. Após esse tempo, continuar amamentando até os dois anos de idade ou mais, mas introduzindo também os alimentos da família. Muito mais do que uma recomendação é um direito do bebê.

Ato da amamentação fortalece laços afetivos entre mãe e filho.

São muitas as vantagens proporcionadas pela amamentação ao bebê e também à própria mãe: os olhos nos olhos e o contato contínuo entre mãe e filho fortalecem os laços afetivos, e o envolvimento do pai e familiares favorece o prolongamento da amamentação, além de o leite ser limpo, estar sempre pronto e quentinho. Preste atenção ao que diz a jovem mãe Marta de Souza, de 22 anos, moradora do bairro de Acari, mãe de Felipe, de apenas cinco meses: “Eu tinha grande resistência com relação a amamentação, por medo que meus seios ficassem muito grandes e caídos, mas depois de receber orientação dada pelos especialistas do Hospital da Mulher Heloneida Studart, vejo que não é nada disso, então, amamento meu filho a hora que ele quer, e ainda aproveito para curti-lo, namorá-lo e amá-lo ainda mais, nos meus braços”. “Para mim é um momento maravilhoso, entre eu e minha cria, me sinto em perfeita sintonia”, conclui.

Leite fraco é mito

De acordo com a pediatra Lúcia Rolim, para derrubar o mito do leite fraco, as mães devem ficar atentas e confiantes no seu leite. “Com técnicas, ajuda e apoio da família e de profissionais de saúde, essa mulher poderá amamentar plenamente o seu bebê até o sexto mês, conforme orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS)”, afirma. Quando o bebê suga adequadamente, a mãe produz dois tipos de substância: Prolactina (hormônio produzido pela hipófise, o qual provoca a lactação), que faz os peitos produzirem o leite, e Ocitocina (hormônio produzido pela hipófise, que favorece as contrações do útero no momento do parto), que libera o leite e faz o útero se contrair, diminuindo o sangramento. Portanto, o bebê deve ser colocado no peito logo após o nascimento, ainda na sala de parto. Apesar de pouco difundido, a amamentação é também um método natural de planejamento familiar, pois constitui um ótimo meio de evitar uma nova gravidez. Isto se consegue quando três condições ocorrem: a mãe ainda não menstruou após o parto, o bebê tem menos de seis meses e a amamentação é exclusiva durante o dia e também durante a noite. Até o sexto mês, dar somente o peito. O bebê deve mamar sempre que quiser, inclusive durante a madrugada. Desta maneira, o corpo da mulher continua produzindo quantidade suficiente de hormônios que ajudam a evitar filhos. Amamentar logo que o bebê nasce faz o útero voltar mais rápido ao tamanho normal, e a diminuição do sangramento previne a anemia materna, reduz o peso mais rapidamente após o parto, reduz o risco de diabetes, reduz o risco de câncer de mama e de ovário. Dona Dinalva dos Santos, 42 anos, moradora do bairro de Coelho da Rocha, mãe de quatro filhos, sendo eles: Lucas, de 12 anos; Pedro, de oito; Lúcia, de cinco; e o caçula João Miguel, dois meses, diz: “meus filhos sempre foram amamentados com leite do peito, e ás vezes, até por mais de dois anos, como é o caso da Lúcia que mamou até quase três. O João está indo pelo mesmo caminho, mama várias vezes ao dia e á noite, parece um bezerrinho”. “Seguindo essa prática, meus filhos estão crescendo dispostos e saudáveis”, acrescenta.

Serviços:

Hospital da Mulher Heloneida Studart(21)2651.9600

Banco de leite humano – Se a mãe tiver excesso de leite, pode doá-lo a um Banco de Leite Humano e ajudar outros bebês que necessitam. Informe-se no site http://www.redeblh.fiocruz.br ou, se preferir, procure uma unidade de saúde.

Disque amamentação – Funcionamento de segunda-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h às 16h, pelo telefone: (21) 9981.5866

ONG Amigas do Peito – Há 30 anos a ONG Amigas do Peito incentiva o aleitamento materno. O grupo já atendeu mais de 180 mil famílias através de seus grupos de apoio, pela Internet (www.amigasdopeito.org.br) ou pelo disque-amamentação (21) 2285-7779.