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Bodas de ouro – 50 Anos, Nelson e Dorvalina

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Presépios – Álbum de fotos

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Presépios

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Por Jota Junior

Para quem não teve oportunidade de prestigiar o Festival de Presépios, instalado a céu aberto na Arena do Jardim de Alah, em Ipanema, e em diversos logradouros da Cidade do Rio de Janeiro, no período de 01 a 25 de dezembro, e que foi considerado pelo público e por boa parte da mídia o melhor evento de arte de rua do Rio de Janeiro dos últimos tempos. E que também poderá ser considerado como a maior exposição de presépios artísticos em tamanho grande a céu aberto do mundo pelo Guiness World Records, com obras exclusivas elaboradas por artistas brasileiros selecionados pela Curadoria da exposição, a partir de chamada pública nacional. Calma que nem tudo está perdido: A Exposição será exibida em São Paulo, no período de 08 de dezembro a 06 de janeiro de 2013, a céu aberto na Arena do Parque Ibirapuera, na área ao lado do Aeromodelismo, com entrada pela Rua Curitiba, e em diversos logradouros daquela cidade.

Se mesmo assim, por qualquer motivo, você não puder comparecer, o mundo não vai acabar! Estivemos lá, registramos e preparamos uma mostra especial em nosso álbum de fotos. Aprecie!

Conheça um pouco da história da origem dos Presépios.

O presépio talvez seja a mais antiga forma de caracterização do Natal. Sabe-se que foi São Francisco de Assis, na cidade italiana de Greccio, em 1223, o primeiro a usar a manjedoura com figuras esculpidas formando um presépio, tal qual o conhecemos hoje. A idéia surgiu enquanto o santo lia, numa de suas longas noites dedicadas à oração, um trecho de São Lucas que lembrava o nascimento de Cristo. Resolveu então montá-lo em tamanho natural numa gruta de sua cidade. O que restou desse presépio encontra-se atualmente na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma.

Presépio significa em hebraico “a manjedoura dos animais” mas a palavra é usada com freqüência para indicar o próprio estábulo. Segundo o evangelista Lucas, Jesus ao nascer foi reclinado em um presépio que provavelmente seria uma manjedoura, como as muitas que existiam nas grutas naturais da Palestina, utilizadas para recolher animais. Já São Jerônimo diz que o presépio de Jesus era feito de barro aproveitando-se uma saliência da rocha e adaptando-a para tal finalidade. As duas versões são bem aceitas.

O presépio de São Francisco incluía uma manjedoura, acima da qual foi improvisado um altar. Nesse cenário ocorreu a missa da meia-noite, na qual o próprio santo com a vestimenta de diácono cantou solenemente o Evangelho juntamente com o povo simples e pronunciou um comovente sermão sobre o nascimento do Menino Jesus.

Conta-se que naquela noite especial, enquanto o santo proferia as palavras do Evangelho sobre o nascimento do Menino Jesus, todos os presentes puderam ver uma criança em seu colo envolvida num halo de luz. A cena foi narrada em 1229 por Tommaso de Celano, biógrafo de São Francisco de Assis, na Vita Prima.

Passados mais de trinta anos São Boaventura também descreveu a mesma cena e, depois dele, outros e outros autores, descrevendo em minúcias as figuras esculpidas do Menino, da Virgem e de São José. A partir de então, os presépios foram tornando-se cada vez mais populares e, além das figuras tradicionais do Menino Jesus deitado na manjedoura, Maria e José, acabaram incluindo uma enorme variedade de personagens, como os pastores, os Reis Magos, a estrela e os animais.

Em muitos lugares a confecção das figuras do presépio virou tradição popular, como é o caso dos santons na França. E em muitos lugares os presépios viraram verdadeiras obras de arte. A tradição, no entanto, ganhou impulso renovado no século XVIII. De Nápoles, na Itália, o costume de construir presépio cada vez mais artísticos difundiu-se para Espanha e Portugal. E, aos poucos, o hábito de montar presépios nas casas na época do Natal foi tornando-se mais e mais popular. Seja com modestas figuras de barro, seja com suntuosos personagens vestidos de tecidos raros, nas igrejas ou nas casas e, até, em representações teatrais o presépio é uma das tradições mais queridas do Natal. No Brasil, em muitos estados do Nordeste, até hoje a montagem dos presépios é acompanhada de danças e festejos conhecidos como Pastorinhas, versões brasileiras dos autos de Natal, que eram encenações do nascimento de Jesus típicas de algumas regiões da Europa, como a Provença, na França.

As figuras do presépio – Cada um dos elementos envolvidos no nascimento do Menino Jesus, há mais de 2.000 anos tem um papel muito importante: A Sagrada Família, os Reis Magos, os pastores, as ovelhas, a vaca e o jumento, e todos os outros que a imaginação popular resolveu incorporar à cena original. Os anjos aparecem aos pastores de Belém contando que Jesus havia nascido e louvado a Deus. Estas figuras são, geralmente, representadas com instrumentos musicais, na suposição de que estejam cantando preces em louvor a Jesus. Os pastores foram os primeiros adoradores de Cristo. Ligados a eles, estão os carneiros, mansas criaturas muitas vezes usadas para simbolizar a humildade de Cristo como Divino Pastor.

Acredita-se que nessa mesma noite sagrada, uma estrela andou pelo céu e se localizou em cima da manjedoura, transformando-se no símbolo do Divino Guia. Foi ela que orientou aqueles que acreditaram no nascimento de Jesus, inclusive os Três Reis Magos, que, segundo conta-se, vieram de algum lugar distante, no Oriente. Os três reis, muitas vezes apresentados como homens sábios, também foram saudar o recém-nascido. Para os cristãos, sua visita havia sido profetizada na Bíblia, no Salmo 71, e em Isaías, 60. Eram eles os reis que levaram presentes de incenso, ouro e mirra.

Não podem faltar no presépio a vaca e a jumenta. Se a vaca, produtora de leite e símbolo da Terra que nutre suas criaturas quase dispensa apresentações, a jumenta, que para nós é símbolo de ignorância, em muitas tradições e culturas é vista como animal sagrado. Por isso, não é à toa que é no lombo de uma jumenta que Maria grávida foge com José das perseguições do rei Herodes. Diz a lenda que foi a própria Maria que fez a jumenta, exausta da longa viagem, entrar na gruta e, assim, presenciar o nascimento do menino.

Os animais também são símbolos de que todas as criaturas do mundo, mesmo as mais humildes, reconhecendo e homenageando Cristo como filho de Deus, são acolhidas por ele.

As Empreguetes ou Cheias de Charme?

Taís Araújo

Taís Araújo

 

A atriz Tais Araújo, como sempre linda, a ex-empreguete, agora desempreguete, a Cheia de Charme da novela que parou o Brasil e que ficou conhecida como as Empreguetes, falou no Festival Internacional de Televisão.

A trama que propositalmente ou não, acabou por denunciar a realidade do universo do trabalhador doméstico, que são cerca de 13 milhões no Brasil, e que ainda hoje, em sua maioria, ainda sofrem maus tratos, trabalham sem receber direitos trabalhistas, e em alguns casos, sem nem mesmo ter a carteira assinada.

A interatividade e mobilidade social da Internet propiciou grande sucesso ao clipe da novela e acabou por incluir o telespectador no processo. De acordo com Taís: “você se empresta e se transmite através dos conteúdos que você interage, a Internet veio para dentro da novela através da interação, somando ideias e termos como, as empreguetes, as cachorretes, e depois as desempreguetes, e popularizou as periguetes”.

Segundo Filipe Miguez, um dos autores da trama, “Cheias de Charme foi uma novela internética, de estética penetrável, onde metade da obra foi composta de sugestões dos telespectadores e dos internautas”.

Como sabemos, a Internet une todo mundo através do facebook, do twitter, cada um na sua casa, unidos pela sala virtual. “Cheias de Charme foi uma novela que se passou na cozinha, uma homenagem ao trabalhador domestico como parte da família”, acrescentou Izabel de Oliveira, também autora da novela.

A volta das empreguetes, Cheias de Charme!

Segundo fontes seguras, devido ao grande sucesso da ficção, a TV Globo estuda diversas possibilidades de dar continuidade ás Empreguetes, seja através da realização de um filme de longa metragem, com o título: As empreguetes, a produção de um seriado, o lançamento da novela em DVDs, e também o lançamento de produtos: como a boneca das personagens, As empreguetes.

No mundo real, o sucesso da novela também propiciou ás empregadas domesticas certa valoração em sua autoestima e muitas adotaram o termo empreguete, como uma grande homenagem – um holofote purpurinado, que como consequência causou o aumento de carteiras assinadas, que hoje, nas capitais é de apenas 30%, no Amazonas, apenas 10%. Segundo Tais, “O maniqueísmo meteu o dedo na ferida e não doeu, fez cosquinhas e todo mundo brincou, sorriu, e achou até bom”.

A revelação

Pouca gente sabe que houve uma mudança de rumo na novela: “cada empreguete seguiria seu rumo, não voltariam a se juntar, mas o sucesso do grupo, e o apelo do público as uniu novamente”, afirma Miguez.

De real, o que se sabe de fato é que, Chayene, Socorro e as Empreguetes vão participar do especial de fim de ano de Roberto Carlos.

O especial, cuja gravação aconteceu no dia 21 de novembro, no Citibank Hall, no Rio de Janeiro, tem exibição prevista para 25 de dezembro, Na TV Globo, após Salve Jorge.

Da ficção para a realidade, da periferia para a Central Globo de Produção: empreguete boa sabe o que tem que fazer para conseguir o que quer. Determinadas que são as Empreguetes Cida (Isabelle Drummond), Rosário (Leandra Leal), Penha (Tais Araújo), além de Chayene (Cláudia Abreu) e Socorro (Titina Medeiros) darão um jeito de se esconder dentro do camarim de Roberto Carlos quando descobrirem que o ídolo está atrás da porta ao lado. Flagradas, é um tal de puxão pra cá, gritos para lá e uma disputa acirrada pela oportunidade única de fazer um dueto com o Rei. Caberá a Roberto Carlos apaziguar a disputa e cantar com elas “É Meu, é Meu, é Meu”.